
porque sim
Afinal, os peixes que pareciam estar a morrer (desde logo considerado uma "trágica ocorrência ambiental") na lagoa "azul" das Sete Cidades, estavam apenas a desovar...
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Há tanto para dizer acerca da troca de Duarte Freitas por Maria do Céu Patrão Neves como há para dizer acerca da troca de Paulo Casaca por Luís Paulo Alves.

O Spirit Of Bermuda Chega dia 16 a Ponta Delgada.
É a chamada "Febre da elevação".
Primeiro pegou em Vila Franca, depois na Lagoa, também em São Carlos e agora chegou à Atalhada.
Todas querem ser elevadas: umas a cidade, outras a freguesia.
E a seguir, quem virá?
Há autárquicas este ano?
Não sei de nada...
"Um cozinheiro dos Açores conseguiu expandir a gastronomia açoriana no Iraque, onde esteve durante cinco anos a servir os iraquianos e onde cativou Saddam Hussein com alguns dos pratos típicos da região. "
Só podia ser de São Jorge. "Ó" terra que dá para tudo...
Passei os olhos pela revista que acompanha a Sábado, sobre "Destinos contra o stress".
Dei por mim a ver "Os melhores hotéis com spa na praia, no campo e na cidade".
Vi hotéis do Norte, Centro, Sul, Madeira, Castela e Leão, Andaluzia e La Rioja.
E foi com um misto de tristeza e alguma indignação que dei por mim a pensar que os Açores não têm um único hotel deste género e qualidade.
Não temos um único hotel 5 estrelas.
Não temos um spa digno desse nome.
No máximo, temos hotéis com ginásio e um tanque em jeito de piscina. Hotéis onde até há bom serviço, entenda-se, mas isso só não chega.
E falam à força toda no turismo de qualidade.
O arquipélago continua a valer-se da (brutal) natureza de que dispõe.
Noutros lugares do mundo, onde a natureza até foi (quase tão) generosa, complementou-se a oferta turística com equipamentos e serviços de deixar qualquer um maravilhado.
Nos Açores, continua-se a pensar que a natureza é tudo e que pouco (ou mais nada) é preciso.
Já sei: não temos um bom SPA mas vamos ter. Ainda bem. Mas não deixo de pensar que chega tarde: já cá devia estar.
Sinceramente, não gosto mesmo da solução encontrada para a Rua dos Mercadores.
Fazer um misto de rua empedrada com rua com trânsito automóvel não está com nada.
Já lá passei a pé: não me senti minimamente seguro, porque a rua convida a andar à vontade, quando não se pode nem deve.
Já lá passei de carro: não gostei nada de passar por uma rua onde não há estrada (estamos perante um "passeio" de calçada) nem há passeios (não há desnível entre a zona para os automóveis e a zona para os peões).
De uma forma e de outra, não me senti à vontade. Deduzo que não tenha sido só eu.
Parece que a ideia inicial da autarquia seria fechar a rua ao trânsito mas depois recuaram e tentaram arranjar uma "solução de recurso" para contentar (quase) toda a gente.
Não fui ver aos meus arquivos, para confirmar esta tese, mas mesmo assim foi o que me pareceu.
A solução encontrada parece um híbrido. E ninguém anda ali à vontade.
Digo eu.
O Governo mandou a Atlânticoline rescindir o contrato de construção do navio Atlântida.
O Governo vai recorrer mais uma vez ao aluguer de barcos, para garantir a operação de transporte marítimo de passageiros e viaturas inter-ilhas.
Adivinham-se bloguices atrás de bloguices acerca do assunto.
A matéria dava para uma longa dissertação.
Dava.
Não vou por aí.
Não me apetece agora. Deve ser da época.
Os meus olhos são uns olhos.
E é com esses olhos uns
que eu vejo no mundo escolhos
onde outros, com outros olhos,
não vêem escolhos nenhuns.
Quem diz escolhos diz flores.
De tudo o mesmo se diz.
Onde uns vêem luto e dores
uns outros descobrem cores
do mais formoso matiz.
Nas ruas ou nas estradas
onde passa tanta gente,
uns vêem pedras pisadas,
mas outros, gnomos e fadas
num halo resplandecente.
Inútil seguir vizinhos,
querer ser depois ou ser antes.
Cada um é seus caminhos
onde Sancho vê moinhos
D. Quixote vê gigantes.
Vê moinhos? São moinhos.
Vê gigantes? São gigantes.
António Gedeão, Movimento Perpétuo
Afinal, não vai ser só Paulo Estêvão a apresentar a proposta de introdução da sorte de varas nos Açores: a iniciativa vai partir dum conjunto de deputados de vários partidos representados na Assembleia Regional.
O documento está a ser preparado.
A iniciativa do PPM está pronta, mas Paulo Estêvão vai aguardar por este documento conjunto.
O deputado do PPM na Assembleia Regional vai entregar ainda esta semana no parlamento, uma iniciativa legislativa que pretende legalizar a sorte de varas nos Açores.
A medida é apresentada este Domingo, em conferência de Imprensa, na Terceira...
Mais informações aqui.
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