domingo, 30 de novembro de 2008
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Para os amantes da fotografia (e da história)
Um amigo meu mandou-me um mail com esta "novidade". Eu pelo menos desconhecia que o Arquivo Fotográfico da LIFE estava online, disponibilizado pela Google.
E o Bentley?
Olha olha...
O Tribunal inglês decidiu extraditar para Portugal, Vale e Azevedo.
E o Bentley? Também vem?
E o mordomo? Hein?
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Ena!
Uma redução digna desse nome!
Esperemos é que não se fiquem por aqui
ACT: isto porque no Continente, na Repsol, o preço de referência passou "a ser de 1,149". Cá, baixa para 1,13.
Esclarecimento público
Há dias tomei conhecimento de que alguns “blogosféricos” andavam “por aí” a dizer que a minha pessoa seria declaradamente “adepta” de um partido político.
Hoje, e depois de muitos dias de posts e comentários num blogue, soube (tipo corno) que vários “blogueiros” me atribuíram (vá-se lá saber porquê) a propriedade desse dito blogue.
Como não acho grande piada a esse tipo de “coisas”, digo aqui e rapidamente que:
1º Não tenho qualquer ligação partidária
2º Não nutro maiores simpatias por este ou aquele partido, embora tenha, como é lógico, um posicionamento político (no espectro “esquerda – direita”)
3º Não sou proprietário nem participo como autor em qualquer outro blogue, para além deste, que é exclusivamente meu.
4º Toda e qualquer opinião que decido tornar pública, faço-o assinando o meu nome e recuso-me a adoptar o anonimato, para dizer seja o for.
5º Vou continuar a exercer o meu direito à opinião aqui no Zirigunfo e noutros blogues (com comentários) sempre que entenda que o devo fazer.
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Mais uma redução... no Continente
A CEPSA anunciou mais uma redução no preço dos combustíveis, no Continente. Um litro de gasolina 95 passa a custar 1,162 Euros.
Cá está a 1,19 Euros.
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Ponta Del... errr... AÇORES ON ICE!!!
Pista de gelo em Ponta Delgada? Para quê? Sim, para quê, se o Instituto de Meteorologia diz que depois de amanhã o mar vai estar a uma temperatura de -99 graus ?
Vamos poder patinar de São Miguel a São Jorge ou de Santa Maria ao Corvo! Weeeeeeeeee...
Telegramas em chocolate
Mostraram-me isto e achei piada. Não é que se ande propriamente em altura de esbanjar dinheiro em coisas fúteis, mas esta pelo menos é uma coisa fútil comestível :)
Chama-se Choco Telegram e está disponível aqui.
domingo, 23 de novembro de 2008
E a vida não está cara, pois não
Mandaram-me isto por mail. Não sei onde foi publicado, mas dá para ver o aumento do custo de muitos produtos, em comparação ao aumento do ordenado mínimo, entre 1974 e 2008...
sábado, 22 de novembro de 2008
Era precisamente isto
Por várias vezes, comentei em vários blogues, a questão da avaliação dos professores.
Longe de ser especialista na matéria ou ter pretensões a tal, não deixo de ter opinião formada acerca da aplicação da avaliação.
E ontem encontrei na revista Sábado, um excelente artigo sobre a matéria e que traduz precisamente o que penso sobre o assunto. Por isso, tomei a liberdade de o copiar (já que a revista não tem edição online) e publicá-lo aqui, sendo que os bold são da minha responsabilidade.
"O exemplo de Beiriz
Beiriz tem 4,31 km quadrados e 3223 habitantes. Está longe de ser um centro de excelência, um pólo de desenvolvimento ou um grande exemplo de modernidade. É antes uma pequena e perdida freguesia da Póvoa do Varzim. Mas Beiriz tem também uma das poucas escolas do País onde, entre manifestações de 120 mil professores, ameaças de boicote e avisos de greve nacionais, se faz calmamente, e dentro dos prazos, a avaliação dos professores prevista pelo Ministério da Educação.
Ali a avaliação não obriga a uma burocracia infindável, a reuniões pela noite dentro, a um esforço sobre-humano. Ali a avaliação não afecta a qualidade das aulas, o rendimento dos alunos ou a boa vontade dos professores. Ali a escola fecha às 18h30 e, segundo a directora, ninguém fica depois da hora. A EB 2-3 de Beiriz é um milagre? Nem por isso. Simplesmente, funciona.
Segundo a directora, numa entrevista ao jornal Público, “é a nossa cultura de escola que leva a que estejamos nesta avaliação de forma pacífica”. E que cultura é essa? É uma cultura rara em Portugal. Há vários anos que a escola de Beiriz pratica a auto-avaliação, mesmo não sendo obrigatória. Os professores estabelecem objectivos, cumprem-nos e, quando precisam, pedem a colegas que os ajudem a dar as aulas às turmas “mais tumultuosas”.
Em vez de perderem tempo em passeatas revindicativas e boicotes organizados pelos sindicatos, ali trabalha-se. Quando recebeu as regras da avaliação estabelecidas pelo ministério, a directora da escola de Beiriz tratou de olhar seriamente para os papéis, ver onde podia cortar a burocracia e tornar um processo demasiado complexo num esquema mais eficaz. O que é impraticável em todo o País é possível em Beiriz. Os professores de Educação Tecnológica avaliam os professores de Educação Física, preenchem as fichas que têm de preencher, dão as aulas que precisam de dar e ainda têm tempo de promover iniciativas tecnológicas, ecológicas ou empreendedoras. A escola tem um protocolo assinado com a Universidade Católica, uma rádio interna feita pelos alunos nos intervalos, projectos de teatro e uma padaria, onde os estudantes fabricam o pão que consomem no bar. Nada disto é obrigatório, mas tudo isto é louvável.
Beiriz não é a prova de que a avaliação dos professores proposta pelo Ministério da Educação é perfeita. Não é. É burocrática, pesada e, em alguns aspectos, errada. Mas é. Existe e é melhor existir com defeitos do que não ter avaliação. Para os sindicatos, a guerra é a contrária: mais vale não ter avaliação, nem que para isso se acabe com a escola. No início, o problema era os pais avaliarem os professores. O ministério acabou com isso, mas não foi suficiente. Depois, era a questão das diferenças de escola para escola. O ministério deu autonomia, mas não foi suficiente. Agora, é o excesso de burocracia. O ministério diz que acaba com as toneladas de papéis para preencher, mas também não chega. O boicote sindical só acabará quando acabar a avaliação. É a típica alergia a mudar, a inovar, a trabalhar.
Em Beiriz os professores trabalham com gosto, os alunos interessam-se e os resultados são bons. Em Beiriz faz-se. E isso é raro em Portugal.
A Direcção"
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
+ ou - iguais
O preço dos combustíveis baixou. Os custos da insularidade é que não. Pagamos tanto ou mais por um litro de gasolina, que um continental.
E durante tantos anos não foi assim...
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Comparações para quê?
Durante meses o Governo Regional agitou como bandeira, um quadrozito comparativo do preço de venda dos combustíveis, entre o Continente e os Açores.
Entre quadros e notas do GACS, o Governo vangloriava-se de no Continente, os combustíveis serem mais caros do que no arquipélago.
Entretanto, na gasolina, essa diferença foi-se esfumando até chegar precisamente ao contrário do que era: nos Açores a gasolina está MAIS CARA do que no Continente.
Hoje a Galp e a BP retiraram mais 3 cêntimos nos preços da gasolina: a Repsol vai fazer o mesmo, à meia-noite.






