domingo, 20 de março de 2016
sexta-feira, 18 de março de 2016
quinta-feira, 17 de março de 2016
quinta-feira, 8 de outubro de 2015
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
17:14, 19:52 e os minutos assim afiadinhos
O gajo que faz os horários dos comboios é cá dos meus.
domingo, 4 de agosto de 2013
Um país apanha-bolisticamente bem-educado
Tenho a ligeiríssima impressão que já li algo sobre isto.
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Crónica do "é o que há"
sábado, 19 de janeiro de 2013
O poder do capital
Fui às compras.
Passei na prateleira da fruta e olhei para
as uvas.
Os nomes da educação
Sentado numa esplanada a ler o jornal, dou por mim a ser auditivamente
vandalizado por uma irritante criancinha aos berros e aos saltos e pelas
advertências éticas e morais da sua interveniente ( mas sempre sentada) mamã:
"oh Martim" isto, "oh Martim" aquilo.
domingo, 30 de dezembro de 2012
(deixemo-nos de) Tretas
Chegam-se os fins de ano e chegam-se mais perto as memórias
do que passou desde que cortámos com o ano anterior e dissemos que “agora é que
é” e “é desta que mudo” e “é desta que deixo de…” ou “é agora que começo a…”.
sábado, 27 de outubro de 2012
Do alto do meu metro e trinta e seis
domingo, 24 de junho de 2012
A formiga despropositada
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Debaixo d'água - Arnaldo Antunes
Todo dia, todo dia
Debaixo d'água, protegido, salvo, fora de perigo
Todo dia
(só) Agora - Arnaldo Antunes
sábado, 2 de abril de 2011
Para quem gosta de poesia
Para quem gosta de poesia sem rodeios nem floreados. E não se choca ou indigna com a língua portuguesa.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Doce solidariedade
Como não ponho açúcar no café, estou a juntar pacotinhos dele (açúcar) para levar para o continente, daqui a dias.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Incómodos e maçaduras
Incomodam-me as que não reagem.
Porque não dão luta.
Chateiam-me as que fogem de um assunto.
Por ser quase impossível confrontá-las.
Irritam-me as que assobiam para o lado.
Porque nunca é nada com elas.
Cansam-me as que andam à volta e não são capazes de dizer de uma vez ao que vêm.
Porque não olham de frente.
Espantam-me as que atacam violentamente sem olhar às consequências.
Porque não (se) sentem.
Chocam-me as que, um dia depois de atacar, agem como se nada se tivesse passado.
Porque esperam que seja tudo esquecido.
Transtornam-me as que fazem da hipocrisia, religião.
Porque se revelam falsas.
Maçam-me as que não têm, ou fingem não ter opinião.
Porque lhes falta espinha dorsal.
Constrangem-me as que acham que põem e dispõem.
Porque se revelam autistas autoritárias.
Enervam-me as que pensam que se pode viver de aparências.
Porque são ocas.
Entristecem-me as que não sabem ouvir.
Porque são casos perdidos.
Sim, falo de gente.
Essa gente.
domingo, 28 de novembro de 2010
Fracas imagens
Hoje em dia, qualquer caramelo compra uma Reflex digital.

