quarta-feira, 24 de junho de 2009

Alguém me explica? Please? SATA? Hello?

Simulações no site da SATA: Viagem p/1 pessoa - Ida (a 3/7) e volta (a 7/7) Ponta Delgada - Terceira.

RESIDENTE NOS AÇORES

TURISTA (NÃO RESIDENTE) nos Açores

ADULTO NÃO RESIDENTE
Ora então vamos lá:
Residente -> 167,86 Euros
Adulto NÃO Residente -> 164,86 Euros
Turista NÃO Residente -> 161,86 Euros
Afinal? É que fiquei mesmo sem perceber. Vale mais ser turista nos Açores, é?
Site "intuitivo" diz a Sata... (?!?!?) de "fácil utilização" e de "fácil interpretação" (?!?!?).
Mas que raio é isto afinal? Será a tarifa Flex? A Semi-flex?
Raios partex!

terça-feira, 23 de junho de 2009

Gatos nas "leves"

Sem palavras...

Dicas para "alegrar" um país em depressão

Da maneira que as coisas andam em Portugal e juntando o útil ao agradével, a polícia devia aproveitar as fogueiras de são joão para queimar daquelas coisas que fazem rir...

segunda-feira, 22 de junho de 2009

"em governante que perde mexe-se"

Crónica de Alberto Gonçalves, na página da revista Sábado.

sábado, 20 de junho de 2009

Entre a elegância e a triangulação


Andamos a tremer

Pode nem ser prenúncio e nada de mais, mas que andamos a tremer em várias zonas, lá isso andamos

sexta-feira, 19 de junho de 2009

É capaz de ser psicológico, mas...

… estou farto de andar nos ATP.
E cada vez é mais desconfortável.
Até pode ser psicológico, afinal os “novos” DASH Q200 estão aí mas ainda não efectuam voos comerciais.
É capaz de ser por isso.
Mas se for, não é só por isso.
É que os ATP parecem estar gastos. Completamente gastos.
Por melhor que tenha sido (não duvido) a manutenção destes aviões, facto é que parece que já não há o que fazer lá dentro.
Tenho viajado com frequência e parece que a cada viagem se notam diferenças. Para pior.
Uma janela de emergência onde o autocolante de segurança foi rasgado a meio pela alavanca que acciona o sistema de abertura da janela, uma bagageira de cima que não se aguenta fechada, uma mesa nas costas de uma cadeira, cujo pino que a segura parece prestes a disparar de lá para fora com força suficiente para atravessar a garganta do corajoso passageiro que viaja atrás dele, os coletes insufláveis (embalados num saco azul e colocados debaixo das cadeiras) que teimam em cair ou no mínimo, incomodar quem estica as pernas, algumas “aplicações” de “plástico” cmo um aspecto de quem vai ceder a qualquer momento, etc,etc...
Já não há volta a dar. Ou então, por serem mesmo para despachar dentro de algum tempo, a manutenção já não é o que era.
Pelo menos no interior.

Calma, finalmente

Não comi. Devia ter comido.

Desta vez, desta semana na Horta, por causa do volume de trabalho e das horas impróprias a que consegui almoçar e jantar, não tive tempo nem possibilidade de fazer uma refeição no restaurante do Hotel Horta.
Por norma, todas as vezes que cá venho, almoço ou janto pelo menos uma vez no Hotel.
Por uma razão simples.
Por uma razão que não vem na ementa, mas que aconselho vivamente a quem passar por lá.
Bife com molho de pimenta.
Experimentem.
Carne excelente, um molho sublime e um acompanhamento diferente do que é habitual nos restaurantes por onde tenho passado.
Vale mesmo a pena.
Desta vez não deu. Para a próxima, se calhar, como duas vezes no Hotel.

domingo, 14 de junho de 2009

O pão de pita que se cuide

Tornei-me grande adepto dos "Bimbo Roll's". São bem mais leves que o pão de pita.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Coisas que dão que pensar

Há dias, sentados na esplanada da Tabacaria Açoreana, pediram-me dinheiro e eu disse que não dava.
Momentos depois, quem me pediu dinheiro, levantou a mão e por um segundo deu a entender que ia agredir a minha mulher.
Reagi, obviamente, de forma brusca e intempestiva, embora não tenha sido necessário mais do que uma ameaça verbal e alguma “imposição” da minha parte.
Um ou dois dias depois, na avenida marginal, um indivíduo com um aspecto deplorável pediu-me lume. Outro, mais à frente, pediu-me um cigarro.
Logo a seguir, junto à paragem das “bertinhas”, abaixo do tribunal, pediram-me 50 cêntimos. Dei. Já não estive para me incomodar. Preferi dar a moeda e evitar chatices.

São cada vez mais os sem-abrigo nesta cidade, “capital” dos Açores. São cada vez mais os incómodos e a degradação. Não falo sequer no Campo de São Francisco: é escusado.

Onde pára a polícia?
O que tem sido feito (se é que alguma coisa tem sido feita) para tratar desta gente, de forma séria e condigna e consistente?

Não vejo nada.
Aliás, até vejo: o aumento do número de sem-abrigo em Ponta Delgada.

Olha aí mais uma subida

Continuo com a mesma opinião: quando o preço do petróleo desce, o preço dos combustíveis demora imenso a acompanhar a descida. Mas quando o preço do petróleo sobe, as subidas fazem-se rápido. Aguentem-se.

Parece que é moda, em ano de autárquicas

Portugal tem mais 22 novas vilas e 5 novas cidades.
Só nos Açores não pegou. Vila Franca e Lagoa continuam à espera.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

(algumas das) causas para o recorde de abstenção nos Açores

Não será a única razão, mas será uma das causas: é preciso não esquecer que os candidatos açorianos pelos maiores partidos (PS e PSD) já tinham lugar garantido no Parlamento Europeu, uma vez que a "grande negociação e eleição" é feita antes do próprio acto eleitoral e a nível interno: a atribuição do lugar em cada lista.
Independentemente do voto dos açorianos, os dois representantes da região já estavam eleitos à partida.
Então, se não depende do voto regional, para quê votar?
Depois, a mudança dos actuais eurodeputados (já bem conhecidos) para dois candidatos conhecidos apenas agora, pelo grande público (não questiono a capacidade de trabalho de nenhum deles) também, digo eu, não ajudou nada.
A juntar à descridibilização da classe política, à crise e a outros factores de menor vulto, chega-se à abstenção verificada nos Açores.
A análise não é, claro está, científica: trata-se apenas da minha opinião :)

O que me apetecia dizer hoje aqui

deixo para amanhã. Ou depois. Um dia destes, digo: escrevo. Hoje não.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Digno de ser visitado

O Centro de Interpretação do Vulcão dos Capelinhos merece bem uma visita. Demorada. Há muito que ver e muita qualidade. Apresentável em qualquer lugar do mundo.

Na educação, quantidade não é qualidade

As Escolas do primeiro ciclo açorianas queixam-se com frequência da falta de auxiliares de acção educativa (no meu tempo eram “contínuas”) para assegurar o bom e normal funcionamento dos estabelecimentos de ensino.
A essas queixas, seguem-se as respostas do Governo Regional, através da Secretaria Regional da Educação, dizendo que as escolas têm os quadros preenchidos com o número devido de auxiliares.
Mas o problema não se prende com a quantidade e sim com a “qualidade”.
Senão, vejamos: boa parte das auxiliares de acção educativa são pessoas já de avançada idade, a poucos anos da reforma. Muitas delas têm problemas de saúde e limitações físicas derivadas da idade, que as impedem de executar inúmeras tarefas.
Para além disso, a maioria das auxiliares das escolas do primeiro ciclo são pessoas com baixa escolaridade e pouca formação para lidar com os alunos. São, em grande parte, pessoas “antiquadas” e com grandes dificuldades em trabalhar em equipa.
Por isso, digo eu, a quantidade apregoada pela Secretaria da Educação, de pouco serve. Falta qualidade. E muita. E isso vê-se sem dificuldade.

domingo, 7 de junho de 2009

Mapa modificado dos Açores

Não foi um sismo nem um vulcão, mas foi quase...
O PS nos Açores perdeu 12581 votos...
Em 2004 o PSD coligou-se com o PP e obteve 23804: agora, os dois (PSD e PP) obtiveram 23403 votos: menos 401 votos. Engraçado, não é?
Ok, não se apresentaram a eleições coligados:
PSD - 19610
PP - 3793
Facto é que o Bloco de Esquerda ganha (de 2004 para hoje) 2074 votos nos Açores.
A CDU ganha 608 votos.
Tem muito que se lhe diga...

Europeias nos Açores: resultados

Tirem as vossas ilações

Quem perde nos Açores?

Luís Paulo Alves ou Vital Moreira? Ou os dois?
Ou é Mª do Céu Patrão Neves que ganha? Ou o PSD Açores? Berta?
Uma coisa é certa: o BE está a "dar-lhe à séria"...